Biblioteca Escolar Diogo de Macedo
"No Egito, as bibliotecas eram chamados "Tesouros dos remédios da alma". De facto é nelas que se cura a ignorância, a mais perigosa das enfermidades e a origem de todas as outras." Jacques Bossuet
Biblioteca Escolar Diogo de Macedo
"Sempre imaginei que o paraíso fosse uma espécie de biblioteca", Jorge Luís Borges
O direito de ler em qualquer lugar.
in Os Direitos Inalienáveis do Leitor, de Daniel Pennac
L'Adieu, 1920
Escultura de Diogo de Macedo (1889-1959)
terça-feira, 25 de setembro de 2012
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
ATELIÊ DE LEITURA
segunda-feira, setembro 24, 2012
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ATELIÊ DE LEITURA
Gostas de Ler?...
Então, inscreve-te no Ateliê de Leitura,
Vai à Biblioteca e informa-te….
Horários:Terça-feira - 14h20m Quinta feira – 12h35m
terça-feira, 18 de setembro de 2012
A BE DESEJA A TODOS UM BOM ANO LETIVO REPLETO DE BOAS LEITURAS!!!
terça-feira, setembro 18, 2012
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sábado, 30 de junho de 2012
CONCURSO NACIONAL DE LEITURA -LISBOA
A nossa aluna ELMA PEREIRA foi a GRANDE VENCEDORA do CONCURSO NACIONAL DE LEITURA em LISBOA.
No dia 29 de junho, sexta-feira, a Elma rumou à capital para mais uma prova do CNL. Ela representou de forma magnífica a ESCOLA ES/3 DIOGO DE MACEDO e o DISTRITO DO PORTO!!! Tendo passado a prova semi-final onde, dos representantes de dezoito distritos ficaram apenas cinco que foram à final, a Elma participou no Concurso da RTP "Decisão Final", apresentado por José Carlos Malato, e VENCEU!!!!
Mais uma vez, provou o seu conhecimento aprofundado das obras a concurso: "África Minha" de Karen Blixen, "Amor de Perdição" de Camilo Castelo Branco e "O Grande Gatsby" de F. Scott Fitzgerald. Para além dos prémios recebidos a título pessoal, uma câmara de filmar e um computador portátil, A Elma trouxe ainda um prémio em dinheiro para melhorar o fundo documental da Biblioteca Escolar.
A Escola está em festa, pois ficámos muito felizes por esta vitória.
Parabéns Elma, o mérito é todo teu!!!
Não deixem de assistir ao programa "Decisão Final" no próximo dia 5 de julho, na RTP 1, depois do Telejornal
segunda-feira, 4 de junho de 2012
CONCURSO DE POESIA INTERESCOLAS DE GAIA -2012
segunda-feira, junho 04, 2012
amores da História, concurso de poesia interescolas de Gaia
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Foi no passado dia 31 de maio que se realizou a cerimónia da entrega de prémios do Concurso de Poesia Interescolas de Gaia - 2012, no pequeno auditório da biblioteca Municipal de Vila Nova de Gaia. As nossas alunas Ângela Costa, 11º A, e Rosa Azevedo, 12º A, receberam o seu prémio relativo ao escalão G e H, respetivamente. Mais uma vez, na mesa, estiveram presentes os elementos do júri, as poetisas Maria Virgínia Monteiro e Odete Boaventura, a diretora da Biblioteca Municipal de Vila Nova de Gaia, Dra. Cristina Margaride, e a Dra. Isabel Seca, professora Bibliotecária da Escola organizadora do Concurso (escola ES/3 Oliveira do Douro).
Foi com enorme prazer que assistimos à entrega de prémios a concorrentes de todas as idades e de variadíssimas escolas do Concelho de Gaia. Como dizia um dos elementos do júri, "Este concurso é a festa da Poesia", e como tal deve continuar.
Parabéns às nossa poetisas que levam o nome da nossa escola ao domínio público, pelos melhores motivos!
quarta-feira, 16 de maio de 2012
CONCURSO NACIONAL DE LEITURA -FASE DISTRITAL-PORTO RTP
Aqui poderão observar a reportagem referente à participação dos nossos alunos na 6ª fase distrital do Porto, no Concurso Nacional de Leitura. A reportagem passou no dia 14 de maio, no programa Portugal no Coração. (minutos 11:27 até 15:19)
Portugal no Coração - Talk-Shows RTP 1 - Multimédia RTP
E ainda podem visualizar a reportagem do Gabinete de Inovação Formação e Tecnologias da DREN
http://w3.dren.min-edu.pt/gift/tvktve/reportagens.htm
Portugal no Coração - Talk-Shows RTP 1 - Multimédia RTP
E ainda podem visualizar a reportagem do Gabinete de Inovação Formação e Tecnologias da DREN
http://w3.dren.min-edu.pt/gift/tvktve/reportagens.htm
terça-feira, 8 de maio de 2012
OLIMPÍADAS DE PORTUGUÊS
Continuem a aprofundar o vosso conhecimento da Língua Portuguesa!!!
Eis os vencedores desta edição das Olimpíadas de Português
1º lugar
9ºE
Mª Beatriz Pereira
Henrique Costa
Joaquim Molina
Rafael Novo
2º lugar (em ex-aequo)
7ºB 8º B
Inês Pinho Anaísa
Pedro Mariana
Raquel Nádia
Beatriz Telmo
segunda-feira, 7 de maio de 2012
CONCURSO DE POESIA INTERESCOLAS DE GAIA
O Concurso de Poesia Interescolar de Vila Nova de Gaia 2012 teve duas fases. A primeira decorreu a nível de escola e o júri atribuíu os seguintes prémios
Escalão E - 3º Ciclo
1º prémio
Poema: Julieta e a Borboleta Violeta - Adriana Gomes Oliveira, 7º D
Escalão F – 3º ciclo
grupo de alunos
Poema: As Sorridentes - Cíntia Pereira, Ana Freitas, Cristiana martins, Inês tavares, Joana Santos, 9º D
Poema: O poeta -Ângela Ribas da Costa, 11º A
Escalão H – 12º ano
1º Prémio
Poema: Sonho Encoberto - Rosa Sofia Azevedo, 12º A
Aqui podem apreciar os poemas eleitos. Parabéns a todos!!!
Escalão H – 12º ano
Escalão E - 3º Ciclo
1º prémio
Poema: Julieta e a Borboleta Violeta - Adriana Gomes Oliveira, 7º D
2º prémio
Poema: A
flor que nasceu no Inverno - Cíntia Catarina Pereira, 9º D
3º prémio
Poema: A Vida a Sonhar - Jorge Miguel Silva, 7º APoema: As Sorridentes - Cíntia Pereira, Ana Freitas, Cristiana martins, Inês tavares, Joana Santos, 9º D
Escalão G – 10 /11º anos
1º prémioPoema: O poeta -Ângela Ribas da Costa, 11º A
Poema: Sonho Encoberto - Rosa Sofia Azevedo, 12º A
2º Prémio
Poema: Pessoa vs Caeiro – Elma Ticiana Pereira
Aqui podem apreciar os poemas eleitos. Parabéns a todos!!!
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Na segunda fase do Concurso, a nível das escolas de Vila Nova de Gaia, o júri premiou duas das nossas alunas:
Escalão G – 10 /11º anos
1º prémio
Poema: O poeta -Ângela Ribas da Costa, 11º A
Menção Honrosa
Poema: Sonho Encoberto -Rosa Sofia Azevedo, 12º A
Parabéns!!!..
sexta-feira, 4 de maio de 2012
MÃOS DE MÃE
Noite após noite, a minha mãe vinha aconchegar-me, mesmo quando eu já deixara há muito de ser criança. Tal como outrora, inclinava-se sobre mim, afastava o meu cabelo comprido e beijava-me a testa.
Não me lembro de quando o gesto das suas mãos a afastar o meu cabelo começou a irritar-me. Mas aborrecia-me deveras que ela passasse as mãos ásperas e gastas pelo trabalho sobre a minha pele macia. Uma noite gritei, zangada:
—Não faças mais isso! As tuas mãos são muito ásperas!
A minha mãe não disse nada, mas nunca mais aquele gesto de amor rematou os meus dias. Continuei acordada muito tempo depois de ter proferido aquelas palavras, que agora me perseguiam. Contudo, o orgulho abafou a consciência e não consegui dizer-lhe o quanto lamentava tê-las proferido.
A minha mãe não disse nada, mas nunca mais aquele gesto de amor rematou os meus dias. Continuei acordada muito tempo depois de ter proferido aquelas palavras, que agora me perseguiam. Contudo, o orgulho abafou a consciência e não consegui dizer-lhe o quanto lamentava tê-las proferido.
Os anos foram passando, sem que a memória daquela noite se apagasse. O incidente, que ora parecia recente ora se afigurava longínquo, nunca me saiu da mente e eu comecei a ter saudades daquele gesto que reprimira.
Hoje a minha mãe já ultrapassou os setenta anos e as mãos que outrora achei tão ásperas ainda trabalham para mim e para os meus. É ela que tem sido a nossa médica, ao procurar no armário o remédio para aliviar uma dor de estômago ou de um joelho ferido dos mais novos. É ela que faz o melhor frango frito do mundo, que tira as nódoas das calças de ganga como eu nunca consegui, que ainda insiste em servir gelado a qualquer hora do dia ou da noite.Ao longo dos anos, as mãos da minha mãe trabalharam durante horas incontáveis, muito antes de haver máquinas de lavar e tecidos resistentes que não engelham.
Agora, os meus filhos já são crescidos e independentes e o meu pai já faleceu. Em ocasiões especiais, vou passar a noite com ela.
E foi assim que, numa véspera do Dia de Ação de Graças, quando eu começava a adormecer no quarto da minha infância, senti uma mão conhecida, que passava, hesitante, pelo meu rosto, para afastar o cabelo da minha testa. Quando um beijo, sempre igualmente gentil, pousou no meu sobrolho, recordei, pela milésima vez, a noite em que a minha voz jovem e ríspida soara indignada:
—Não faças mais isso. As tuas mãos são muito ásperas!
Então, segurando a mão da minha mãe, disse-lhe o quanto lamentava aquela noite. Pensei que, como eu, ela se lembrasse... Mas a minha mãe não sabia do que eu estava a falar, pois há muito que tinha esquecido e perdoado.
Naquela noite, adormeci profundamente grata pela presença da minha mãe e pelo carinho das suas mãos.
E a culpa que eu tinha carregado durante tantos anos desvaneceu-se.
Louisa Godissart McQuillen
Jack Canfield, Mark Victor Hansen
A Second Chicken Soup for the Woman’s Soul
HCIbooks, Deerfield Beach, 1998
(Tradução e adaptação)








